Algo impossível de ser encontrado: O tempo perdido.

Londres, 1999.   (via diversificador)

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the place with the trees
by matialonsor
Eu já perdi a hora. Já perdi o ônibus. Já perdi amigos. Já perdi meu tempo com algumas pessoas. Já perdi às chaves do carro. Já perdi meu celular, mas nenhumas dessas perdas foi tão dolorosa como perder você. É sempre um baque, porque a gente nunca acha que está magoando. A gente nunca espera ser abandonado, deixado de lado como se fossemos uma roupa velha, mesmo quando merecemos. Apesar de serem necessárias, às perdas nunca são fáceis.

O Primeiro Amor de um Homem.  (via orquestre)

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Eu quis cravar meus dentes na tua coluna vertebral enquanto tu agitava meu velcro, alisando deliciosamente meu baixo ventre em busca do meu prazer, eu quis colar-te em meu corpo logo de uma só vez, porém tu não se destranquilizava daquele alisamento prazeroso. Quando enfim sessou, pediu para que eu me ajoelhasse e mandasse ver, talvez sua mente achasse que eu não era de nada, mas suguei-o sem dó nem piedade, lambi cada centímetro de sua extensão, não vou vulgarizar as palavras, mas foi uma transa legal. Ele tinha olhos bonitos, não que eu reparasse nisso, não que ele tenha me satisfeito, eu apenas não tive vontade de pegar minhas trocas de roupa e zarpar elevador a baixo, eu me contive ali nos seus braços enquanto ele me contava do seu trabalho em uma biblioteca suburbana, enquanto ele ressonava babando no meu peito inexistente, era muito para mim, tinha de sair dali, tinha de carregar minha carcaça para um bar qualquer, contar os trocados que me sobravam e trocar por uma cervejinha barata, mas algo me deteve, eu esperei por ali até amanhecer, eu não ousei dormir, mas velei por suas pálpebras arrochadas nos cílios. Eu deveria ter ido embora, porém eu queria mais, eu sempre queria mais, mas nunca com o mesmo cara.

Ninfomaníaca (via renunciador)

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Talvez era pra ser assim mesmo, sem você, sem eu, sem nós.

O menino Charlie.   (via expressao)